O pesquisador Márcio Teixeira, relata sua segunda experiência visual de algo diferente no céu, vivida em 36 anos de estudos.
Gravava trechos da estrada, na França, em seu furgão com um problema mecânico. Circulava devagar e gravando em vídeo quando percebeu um brilho muito forte no céu, como um clarão de meteoro à esquerda, porém duradouro, superior a 10 segundos.
Moradores de Parauapebas registraram luzes entre montanha e céu, durante a noite de sexta-feira, 05 de Junho de 2026. Nas imagens é possível observar um ponto luminoso emitindo luzes coloridas enquanto aparentemente pairava ou sobrevoava lentamente uma montanha próxima ao bairro Cidade Jardim. O caso chamou a atenção dos residentes da região e ganhou repercussão local e nacional como possível registro de objeto voador não identificado.
Fonte: Itatiaia Belo Horizonte – Mariana Taveira, 09/06/2026.
O influenciador Mayk Leão ganhou destaque nacional e saiu da marca de 40 mil para cerca de 2,8 milhões de seguidores em poucos dias, após publicar imagens de supostos OVNIs registradas em um sítio localizado em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), em 31 de Maio de 2026. Mayk participou de programas de televisão, incluindo o Domingo Legal, do SBT, além de entrevistas em emissoras regionais e nacionais, como a Rede Bandeirantes. Mayk passou a relatar uma sequência de acontecimentos considerados por ele como incomuns, incluindo sons estranhos, comportamento anormal de animais, movimentação no céu e transmissões ao vivo mostrando pontos luminosos observados entre montanhas e áreas de vegetação, a uma distância estimada de cerca de 4 quilômetros. Posteriormente, o influenciador afirmou que um dos objetos teria retornado ao local e sobrevoado sua residência, apresentando inclusive desenhos ilustrativos descrevendo o formato, as cores e a evolução do fenômeno observado. No entanto, a narrativa passou a ser questionada por alguns ufólogos sérios, independentes e céticos. O principal contraponto surgiu após o influenciador Henrique Pereira, do canal NaLata Driver, visitar a região e identificar a origem dos efeitos luminosos como sendo provenientes de um camping instalado nas proximidades. Após a repercussão, outros episódios passaram a integrar a história, incluindo a morte de um animal, alegações de ameaças, presença policial e a suposta queima física de um HD contendo registros das câmeras de segurança da propriedade.
CIESSO: Um ponto luminoso e estatico, permaneceu por algum tempo parado no céu de Itapema, sul do Brasil, na madrugada de 19 de abril de 2026 e chamou a atenção de moradores.
Um objeto luminoso surgiu completamente parado no céu. Sem emitir som e aparentemente imóvel por vários minutos, o registro rapidamente começou a circular nas redes.
O itapema.classic em seu bloco de noticais escreveu que: "Relatos apontam que o objeto, emitia brilho constante, não apresentava ruído e não tinha formato claramente identificável".
CIFA Portugal: Por volta das duas da madrugada vários jovens terão avistado no céu, na zona de Campanhã, um “objeto branco que parecia ter hélices e asas membranosas, semelhantes às de abelhas ou moscas”. Relatos em redes sociais rapidamente ganharam a noite e uma imagem rapidamente se espalhou, partencendo a diversos sites de noticias e compartilhamentos. CIESSO: Realizamos alguns estudos em uma imagem mais ampliada, mas o material é insuficiente para qualquer validaçao ou explicaçao segura.
OVNI filmado nos ceus de Montijo e Setubal ganham destaque na Imprensa Portuguesa, algo brilhante foi filmado pela Sra Vania Rosario. Alguns Canais brasileiros tambem divilgam o caso. Houve grande interesse do publico requisitando acesso ao material. CIESSO: O Ciesso soube que uma fonte da GNR informou a curiosos, que foram feitos ao menos dois telefonemas a delegacia de Setubal, em busca de informaçoes, e que em suas respostas, nada podiam saber ou tratar do assunto."devem ser gente a brincar com aparelhos, ha mais com o que se preocupar em Portugal". Escreveu Hugo Serafim.
Localidade: Região operacional militar no norte da Síria.
Imagens associadas a sistemas militares norte-americanos registraram um objeto esférico branco deslocando-se sobre área operacional na Síria. O caso ganhou repercussão internacional após divulgação pública envolvendo análises independentes relacionadas ao fenômeno conhecido como “Mosul Orb”. O objeto apresentou ausência de asas, superfícies aparentes ou sistemas convencionais de propulsão visíveis nas imagens divulgadas.
Fonte: Jeremy Corbell / Weaponized.
CIESSO: Análises relacionadas ao AARO e Departamento de Defesa dos EUA.
Localidade: Região operacional militar na Síria
Registro de vídeo associado a sensores militares norte-americanos mostra um objeto aéreo não identificado de formato impreciso, observado sobre área operacional na Síria. O material passou a circular publicamente através de arquivos disponibilizados em domínio público relacionados ao programa AARO e iniciativas de preservação documental UAP. O vídeo apresenta objeto luminoso realizando deslocamento aparentemente controlado, mudança brusca de direçao e sem identificação conclusiva divulgada oficialmente.
INFO: Registro de vídeo de UAP (Fenômeno Aéreo Não Identificado) do governo dos EUA, em domínio público, listado pelo DVIDS como "Relatório de UAP Não Identificad. Título oficial do registro: DOW-UAP-PR31, ID do vídeo no DVIDS: 1006076. Nome do arquivo de origem: DOD_111688970. Data da gravação: 10/01/2024. Duração: 00:00:05.
Local listado pelo DVIDS: SY. Este upload destina-se à preservação, citação e incorporação no arquivo The UFO Files. "Não identificado" significa que o registro público não permite uma atribuição definitiva com base nos dados disponíveis; Consulte o arquivo original e o contexto do caso: https://the-ufo-files-site.netlify.app/
Fonte oficial do DVIDS: https://www.dvidshub.net/video/100607#Declassified
Fonte: DVIDS / DOD – Arquivo DOW-UAP-PR31.
The UFO Files / AARO / PURSUE.
CIESSO: Numero 11.702 Volume 14.2 Maio de 2026
Localidade: Região de Al Anbar / Iraque.
Imagens térmicas associadas a sistemas militares norte-americanos registraram um objeto de formato incomum sobre área operacional no Iraque. O vídeo ganhou repercussão internacional após divulgação pública realizada pelo jornalista investigativo Jeremy Corbell em Janeiro de 2024. O caso passou posteriormente a integrar debates e análises relacionados ao AARO (All-domain Anomaly Resolution Office), órgão oficial norte-americano dedicado ao estudo de fenômenos UAP.
Fonte: Jeremy Corbell / Weaponized.
CIESSO: Análises posteriores relacionadas ao AARO e Departamento de Defesa dos EUA.
Localidade: Região fronteiriça entre Síria e Jordânia
Imagens térmicas registradas por sistemas militares norte-americanos mostram um objeto luminoso realizando deslocamentos considerados incomuns sobre área operacional na Síria. O vídeo FLIR, divulgado publicamente por Jeremy Corbell, apresenta registro obtido por plataforma militar durante missão de monitoramento aéreo. Segundo análises divulgadas posteriormente, o objeto teria apresentado aceleração e movimentação fora dos padrões convencionais conhecidos.
Fonte: Acesse Política – Maio 2026.
Jeremy Corbell / Weaponized.
CIESSO: Imagens militares FLIR divulgadas publicamente.
Em 05 de setembro de 1996 o piloto gaúcho Haroldo Westendorff, bi-campeão brasileiro de acrobacia, pilotava um avião Embraer Tupi de prefixo PT-NHT sobre a Lagoa dos Patos, nas proximidades da cidade de São José do Norte. Ele havia decolado às 09h00 daquele dia, e às 10h30 estava no trajeto de retorno ao aeroporto, em um dia ensolarado de nuvens esparsas e visibilidade quase ilimitada. No momento em que passava sobre a Ilha de Saragonha, a cerca de 1.800 m de altitude, Haroldo subitamente se viu diante de um gigantesco objeto que sobrevoava lentamente a região.
Um dos relatos envolvendo o avistamento de algo diferente, ligado a OVNIs e que é associado ao Caso Varginha, ganhou notoriedade na imprensa e meios ufologicos. Duas testemunha da zona rutal, alegam que um objeto como 'submarino' foi visto por 40 minutos. O céu estava limpo naquele início da madrugada de janeiro de 1996. Oralina de Freitas estava no sítio que era cuidado por ela e pelo marido, Eurico de Freitas, há pouco mais de dois anos. Às margens da BR-491, as horas passavam devagar como sempre na zona rural de Varginha, até que um barulho vindo de fora interrompeu a rotina.
Era cerca de 1h. A correria desenfreada do gado no pasto do sítio chamou a atenção de Oralina. Ela diz que, em seguida, foi ver o que se passava do lado de fora e jamais poderia imaginar o que perturbava a calmaria dos animais.
“Eu saí na janela pra olhar. [O gado] estava correndo. Aí eu avistei o objeto passando”, lembra-se, fazendo questão de contar os detalhes. “Era um objeto cinza e tinha fumaça, grande. Luz não tinha não. Sem barulho.”. Ela chamou o marido e, então, os dois ficaram observando aquilo passar por cerca de 40 minutos. “Na hora em que ela me chamou, eu estava na sala vendo televisão. [O objeto] estava muito baixo e ia baixando cada vez mais. Era comprido, do tamanho de um ônibus, com uns negócios mexendo. Cobria tudo de fumaça, uma fumaça clara”, diz seu Eurico.
O casal afirma que o objeto foi direção à Rodovia Fernão Dias e então sumiu de vista. Naquela noite, nenhum dos dois dormiu.
As datas se misturam no início dessa história atípica. Em seus primeiros relatos, o casal não tinha certeza do dia em que viram a suposta nave, já que o depoimento deles veio à tona algumas semanas após o ocorrido. Com o estouro do caso, o relato do casal se uniu à data de todos os principais acontecimentos do Caso Varginha.
Segundo os ufólogos que pesquisaram a história, os primeiros sinais de que havia algo estranho no céu de Varginha foram registrados por volta do dia 13 de janeiro. O relato de um piloto paulista em outubro daquele ano alterou o calendário da história
Fonte: Rede Globo de Televisao / Programa Fantastico 28 Jan 1996 / G1 Sul de Minas 2016 - Acervo CIESSO.
CIESSO: Ao contrário do que muitos alegam, não é possível associar o avistamento seguramente ao evento no dia 20. Existem versoes como o Jornal estado de Minas, Hoje em DIa e o Portal da Radio Itatiaia, que mencionam em sua redaçao como ocorrido no 13 de Janeiro.
Essas testemunhas não estão na origem do caso. Eurico e Oralina reinterpretaram sua experiência à luz dos boatos que circularam após o episódio das três meninas (Kátia, Valquíria e Liliane), o verdadeiro ponto zero da narrativa construída sobre o “Caso Varginha”. Considero improvável que tenham inventado deliberadamente a história.
No dia 13 de janeiro de 1996, Carlos de Souza, empresário paulista e piloto amador de ultraleve, viajava pela Rodovia Fernão Dias quando, nas proximidades de Varginha, afirmou ter observado um objeto aéreo com dificuldade de se manter em altitude. Segundo seu relato, o objeto liberava fumaça branca para os lados e emitia um ruído irregular, comparado ao de uma “máquina de lavar desregulada”. Souza decidiu acompanhar o objeto, acreditando que poderia haver pessoas a bordo necessitando de ajuda, e afirma ter chegado ao local de sua queda, posteriormente identificado como a Fazenda Maiolini.
Souza relata ter sido abordado por um homem fardado que o teria impedido de permanecer no local. Afirma ter visto fragmentos metálicos do objeto, incluindo um material fino que, ao ser amassado, retornava imediatamente à forma original. Segundo ele, militares teriam tomado esse material de sua mão. Ele descreve uma intensa operação militar, com cerca de 30 a 40 pessoas realizando uma varredura no terreno (catando pedaços do metal), dois caminhões do Exército, um helicóptero de grande porte, uma ambulância camuflada (mas com uma cruz) e um forte cheiro de amônia. Também afirma ter visto diversos fragmentos metálicos sobre os caminhões, sendo o maior comparável à traseira de um automóvel Opala.
Souza ainda afirma que mais tarde, ao parar em um posto para se alimentar, foi abordado por homens vestidos de preto que demonstravam conhecer detalhes de sua vida e o teriam advertido para não comentar o ocorrido. Depois deixaram o local em um Opala preto. Assustado, Souza diz ter retornado imediatamente a São Paulo.
O relato de Souza, por sua vez, apresenta problemas substanciais. Ele só veio a público em outubro de 1996, quando o Caso Varginha já estava amplamente difundido pela mídia. Souza relata que um amigo lhe comentou sobre um dossiê publicado na Revista Planeta em setembro daquele ano.
Ao consultar essa edição, chama a atenção o fato de que vários elementos centrais de seu relato já apareciam ali: o avistamento de Eurico e Oralina, a hipótese de queda de uma nave com uma extremidade danificada, o espalhamento de fragmentos metálicos pela região e a menção ao cheiro de amoníaco.
Outro ponto problemático é a descrição do material metálico com “memória de forma”, que retorna ao formato original após ser amassado, bem como a cena de militares recolhendo destroços espalhados e transportando fragmentos em caminhões. Essas imagens são notavelmente semelhantes a cenas do filme Roswell (1994; veja aqui e aqui), lançado pouco antes dos eventos de Varginha e amplamente conhecido à época.
REVISTA QUESTAO DE CIENCIA: O relato de Souza, por sua vez, apresenta problemas substanciais. Ele só veio a público em outubro de 1996, quando o Caso Varginha já estava amplamente difundido pela mídia. Souza relata que um amigo lhe comentou sobre um dossiê publicado na Revista Planeta em setembro daquele ano. Ao consultar essa edição, chama a atenção o fato de que vários elementos centrais de seu relato já apareciam ali: o avistamento de Eurico e Oralina, a hipótese de queda de uma nave com uma extremidade danificada, o espalhamento de fragmentos metálicos pela região e a menção ao cheiro de amoníaco.
Outro ponto problemático é a descrição do material metálico com “memória de forma”, que retorna ao formato original após ser amassado, bem como a cena de militares recolhendo destroços espalhados e transportando fragmentos em caminhões. Essas imagens são notavelmente semelhantes a cenas do filme Roswell (1994; veja aqui e aqui), lançado pouco antes dos eventos de Varginha e amplamente conhecido à época.
O primeiro depoimento foi coletado pelo membro do GRUMPU, Ângelo Miguel Dias (in memoriam). Na tarde de sábado, 13 de janeiro, por volta das 16h40 ou 17h20, as margens da Rodovia BR040 Km 739, próximo a Leiteria São Luiz. Bairro São Sebastião da Barra. O borracheiro Sr. Dico, juntamente com seus clientes (cerca de 5 testemunhas), observou um importante objeto físico no céu. O objeto apresentava aspecto brilhante e metálico, refletindo a luz do sol, por vezes reflexos como solda elétrica, sempre sem cor definida, realizando diversas manobras. Segundo o Sr. Dico: “Aquilo parecia que estava caindo, de repente subia. Era um movimento tipo uma pipa, mas muito rápido. Fazia um ‘Z’, subia e descia, rodava, subia muito alto e de repente parecia parar, refletindo forte a luz, brilhando”. Descrevendo que o objeto descia rápido em repetições e igualmente subia novamente, Às vezes ia para os lados. Uma das testemunhas presentes confirmou posteriormente: “Sim, o Dico borracheiro que mostrou: ‘olha, olha, tem um helicóptero caindo’. Fomos todos para fora. Eu trabalhava no bar da dona Geralda e sempre ia lá visitar o pessoal. O Dico viu por mais tempo, mas eu também vi. Era bem rápido, mas não acho que era helicóptero. Não era avião. Durou pelo menos uns 3 a 5 minutos.”
GRUMPU 1996 = Na coleta de depoimento realizada dias depois pelo pesquisador Márcio Teixeira, do Grupo Mineiro de Pesquisas Ufológicas, o Sr. Dico complementou: “Eu não sei a cor daquilo, não tinha cor. Não estava muito alto no céu, mas também não sumia nas montanhas. Às vezes parecia muito alto, outras vezes muito baixo, como se estivesse caindo rápido. Era grande, parecia um helicóptero caindo. Assustei e chamei o pessoal, dava para ver. Até os clientes viram também. No domingo de manhã falei com várias pessoas, e o Ângelo (GRUMPU) ficou sabendo.” Tempos depois, uma testemunha que trabalhava na CBCC (Companhia Brasileira de Carbureto de Cálcio) relatou que também estava na borracharia no sábado, 13 de janeiro, e presenciou o alvoroço das pessoas apontando para o céu, mas não conseguiu observar o objeto.”
No dia 1º de outubro de 1994, na localidade de Brejo, na Serra de Baturité, ocorreu um evento que reuniu milhares de pessoas em uma romaria motivada por relatos de aparições marianas. Durante o período da tarde, no horário previamente indicado por um vidente local, o céu apresentou alterações incomuns, incluindo formação de nuvens e emissão de raios multicoloridos.
No mesmo contexto, equipes de pesquisa ufológica, incluindo o Centro de Pesquisas Ufológicas (CPU), sob coordenação de Reginaldo de Athayde, registraram fotograficamente a presença de múltiplos objetos no céu. Segundo os relatos, pelo menos quatro a seis objetos luminosos foram observados, mantendo posição elevada, aparentemente estáticos, com comportamento silencioso e, em alguns momentos, parcialmente ocultos por formações de nuvens.
As imagens obtidas mostram estruturas luminosas com características incomuns, destacando-se contra o céu azul diurno. Testemunhas afirmaram que os objetos permaneceram visíveis por determinado período antes de desaparecerem. Estima-se que milhares de pessoas estavam presentes no local, muitas das quais relataram simultaneamente a observação dos fenômenos.
Testemunhas: Reginaldo de Athayde (CPU) e equipe; milhares de populares presentes na romaria.
Fonte: Livro “ETs, Santos e Demônios na Terra do Sol” (Reginaldo de Athayde); registros do Centro de Pesquisas Ufológicas (CPU); cobertura em colunas de jornais regionais da época. :contentReference[oaicite:0]{index=0}
Evidência: - Testemunho coletivo em grande escala (milhares de pessoas)
Na noite de 17 de setembro de 1993, ea Senhora Geni Julia, voltava de uma festa de casamento, quando observou um objeto alongado muito luminoso vindo em sua direção.
As dimensões do objeto não soube precisar, mas segundo ela era quase do tamanho de um ônibus.
O mesmo estava próximo da Grande Pedreira (maciço montanhoso localizado próximo à sua residência).
Quando notou que aquele objeto vinha mesmo em sua direção, escondeu sob uma árvore, na esperança de não se machucar (1).
Quando o objeto passou, pôde sentir o calor que emanava do mesmo. Assim que passou por ela, fez uma curva e desapareceu (2).
Ela alega que já observou vários fatos ligados aos OVNIs na região, mas este avistamento, por sua proximidade, foi o que mais impressionou.
(1) – Perguntamos a ela por que ficou com medo, e ela alegou que muita gente comenta que estas luzes são perigosas.
(2) – Este desapareceu não foi bem explicado. Ela não soube dizer se o objeto apagou as luzes, ou acelerou de forma brusca.
Localidade proxima a Grande Pedreira, em Cardeal Mota – Serra do Cipó, MG
Fonte e Credito Imagens: Pesquisador Paulo H. Baraky Werner / CIPFANI Centro de Investigaçoes e Pesquisas de Fenomenos Aereos Nao Identificados / Caso publicado no UFOnews nº 16 ano 6.
Na noite de 10 de Junho, entre Santos Dumont e Oliveira Fortes (MG), o senhor Geraldo Ribeiro e sua família faziam de carro o percurso entre as cidades, por uma estrada rural. Percebendo algumas luzes vermelhas mais à frente na estrada, Flávio Ribeiro, 15 anos, alertou seu pai que naquele momento conduzia o veículo sem lhe dar muita atenção. Passado alguns instantes o garoto perguntou a Geraldo: “Onde estão os carros que eu tinha visto à frente?” E obteve uma resposta ainda mais desatenta do pai: “Deve ter entrado em algum sítio, deixa de ser cismado”. Mas Flávio continuou insistindo e pediu que o pai parasse o veículo e verificassem se não tinha ocorrido algum acidente. Senhor Geraldo mais uma vez acalmou o filho, pensando que ele poderia estar impressionado com um acidente presenciado no início da viagem ao passarem pelo trevo de São Sebastião da Barra. Quando sua esposa Maria da Conceição comentou também ter visto as luzes vermelhas naquele trecho ele ainda tentou explicar dizendo que o carro à frente poderia estar em alta velocidade e ter se distanciado muito rápido deles.
Então senhor Geraldo decidiu retornar àquele percurso para se certificar de que realmente nada de anormal havia acontecido naquele trecho. Ao seguirem pelo caminho de volta, quase no mesmo local do avistamento, viram novamente as luzes vermelhas paradas na estrada. Estacionaram o carro à cerca de 150 m da luminosidade e puderam notar que havia uma formação de cinco pequenas luzes vermelhas com brilho não muito intenso, semelhante à lanterna traseira dos automóveis. De repente, duas das luzes se desprenderam do solo realizando um incrível vôo em direção ao veículo em que a senhora Maria Conceição ficara aguardando. Em pânico, Flávio gritou para que sua mãe saísse do carro, temendo que as luzes pudessem atingi-la.
Uma das luzes ficou planando em cima do carro, a três metros de altura, e a outra fazia movimentos estonteantes. “Só vendo para explicar...”, afirma senhor Geraldo. Naquele momento sentiram-se tomados por medo e admiração. A senhora Maria Conceição logo imaginou que fosse alguma manifestação divina. Flávio decide então atirar pedras em direção às luzes, para afasta-las do carro. Feito isso, os objetos luminosos que estavam próximos do veículo voaram como insetos, misturando-se aos outros e desapareceram. Todo este avistamento durou cerca de tres a cinco minutos. Após tamanho susto, as testemunhas retornaram à estrada de acesso a Oliveira Fortes. Quando passaram pela localidade de Ponte de Cimento tentaram comunicar à polícia militar de Santos Dumont sobre o avistamento. E um policial lhes garantiu que estaria enviando uma viatura até o local, já que não ficava muito distante. No outro dia, em Santos Dumont, senhor Geraldo juntamente com o filho comunicoram novamente o fato à polícia, que lhe respondeu que o caso fora solucionado. “Trata-se de uma munição especial do 4° Esquadrão de Cavalaria Mecanizada do Exército, de Santos Dumont. Chama-se Ponto Cinqüenta Traçante e é muito utilizada em treinamento na região de Oliveira Fortes”.
Este caso foi investigado pelo pesquisador Marcio Vicente Teixeira, em 1994. (Grumpu). Depoimentos coletados na DMG auto-peças as margens da rodovia BR040. Acervo CIESSO France
Dois jovens estavam perto de Calvine, na Escócia, e tiraram uma fotografia de um misterioso objeto voador em forma de diamante pairando no meio do céu.
Durante 32 anos essa imagem, apelidada de “foto calvina”, desapareceu, tornando-se objeto de especulações, teorias e mitos. Mas em 2022, a imagem reveladora finalmente ressurgiu graças aos esforços do jornalista britânico David Clarke.
Ela veio a público no ano de 2022 e foi considerada pela mídia como “a melhor foto de OVNI já feita”.
Ela se tornou objeto de muito ceticismo, com inúmeros questionamentos sendo levantados, balão ou pipa; um modelo suspenso por linha ou preso em frente a um vidro; manipulação fotográfica em filme ou digital. A foto resiste aos meios de divulgaçao sobre OVNIs
o piloto militar Giancarlo Cecconi estava retornando à Base Aérea de Treviso, Itália, em seu caça G-91R com seu grupo G-91R 14 do 2º Regimento de Caças da Força Aérea após completar uma missão de reconhecimento.
De repente, o centro de radar Istrana (TV) registrou a presença de um “intruso não autorizado” em suas telas de radar e instruiu Cecconi a se aproximar de uma aeronave não identificada que entrou na área restrita.
Cecconi tinha uma câmera no avião com filme não utilizado e, quando começou a voar até o objeto não identificado, ligou a câmera.
Ele se aproximou do OVNI a uma distância de 70-80 metros a uma velocidade de cerca de 300 nós (450-500 km) e fez os registros. Este incidente é considerado um dos avistamentos e fotografias de OVNIs mais confiáveis, graças aos radares, observações visuais e testemunho de Cecconi, que foi considerado um piloto altamente respeitado.
Fotografado supostamente por um médico francês, anônimo, em 23 de março de 1974 em Tavernes, Var, durante uma grande onda de OVNIs sobre a França.
Os céticos duvidaram da imagem alegando que “os raios luminosos não podem terminar assim”. Claro que não, normalmente. Mas os céticos simplesmente se esqueceram de considerar outras explicações — que estes não seriam raios luminosos, mas emissão de luz por ar ionizado, por exemplo. O objeto na fotografia ainda é considerado um OVNI.
A referida foto apareceu no para-brisa do carro do ufólogo Jean Bedet deixado por uma testemunha anônima. Segundo estudiosos franceses consultados, eles consideram que pode ser uma brincadeira do próprio Bedet para confirmar uma suposta observação que teve em um alerta de OVNI realizado naquele dia.
Durante mapeamento aerofotográfico do Instituto Nacional Geográfico da Costa Rica, um OVNI foi fotografado sobre o lago. Considerada “a melhor foto de um OVNI já vista”. Foi obtida quando o fotógrafo Sergio Loaiza, que trabalha para o Instituto Geográfico Nacional da Costa Rica, em 1971, fazia um levantamento aéreo de hidrovias para o projeto da barragem de Arenal no país. O laboratório estadual que primeiro processou a foto estimou o diâmetro do disco em quase 60 metros. O OVNI, um disco voador metálico prateado quase clássico dos anos 1950, é um dos raros casos de um objeto fotografado de cima de uma altitude documentada pelo governo, que ajudou os pesquisadores a identificar seu tamanho. Ao longo dos anos, a imagem foi analisada por diferentes especialistas que, no fim, concluíram que o objeto fotografado parece real, sem ser o resultado de alguma técnica fotográfica ou manipulação. Assim como o OVNI de Calvine, a imagem veio a público no ano de 2022. CIESSO: A foto possui um link de download, o Arquivo chega a incriveis 1,47Gbites. Fonte. OVNIOLOGIA
Centenas de pessoas avistaram um objeto voador em Clayton South, Victoria. Um Objeto Pousa proximo a escola na manha de 06 de Abril. Uma marca ficou no visivel na vegetaçao. A Policia e Investigadores, coletaram dezenas de depoimentos. Mesmo apos 60 anos do Caso, Testemunhas garantem e detalham as lembraças de algo impactante. O Caso nunca foi solucionado. Dias antes um homem ao fotografar flores, obteve uma fotografia de OVNI de aparencia metalica.
Conhecido na Austrália como OVNI de Balwyn, um curioso objeto em forma de sino foi fotografado por um empresário de seu jardim no subúrbio de Balwyn, em Melbourne. O OVNI foi avistado em 2 de abril de 1966 e a foto foi tirada alguns minutos depois das duas horas da tarde com uma câmera Polaroid.
O caso foi meticulosamente documentado pela Victorian Flying Saucer Research Society (VFSRS) de Moorabbin, com esboços de ângulos de câmera, distâncias, azimutes solares e anotações sobre reflexos de luz do OVNI. Muito se falou da chaminé da foto como ponto de referência para calcular distâncias e elevações. A Sociedade observou que a foto não mostrava “nenhum sinal de exposição múltipla, montagem ou qualquer outra adulteração”..
Certa vez, após uma forte chuva que causou uma catástrofe na cidade, nos idos de 1952, que, em suas palavras, "foi na época da enchente das goiabas, era fevereiro, de certeza", a Senhora Jandira e moradores do Bairro João Gomes Velho estavam nas janelas e nas ruas alagadas. A chuva havia parado por alguns instantes. Era o início da noite, talvez por volta das 20h. Alguns moradores ainda estavam dentro d'água, recuperando pertences, diante de casas destruídas e pessoas desesperadas.
Quando, subitamente, surgiu no céu uma cruz iluminada, com várias luzes nas extremidades, em formato de + (cruz) ou X (xis), como representava a Senhora Jandira cruzando os dedos indicadores para ilustrar o formato. Ao aparecer, avançou para a frente e depois desceu lentamente até uma baixa altitude, estimada entre 300 e 500 metros (não soube precisar), permanecendo estática por alguns minutos.
Um OVNI de aparência cilíndrica foi fotografado sobre a cidade de Nova York em 20 de março de 1950. O nome do fotógrafo foi excluído dos arquivos do Projeto Blue Book – assim como a maioria dos nomes quando o material foi finalmente desclassificado e divulgado.
Mas, um arquivo enterrado nos dados do Projeto Grudge diz respeito a um objeto cilíndrico fotografado acima de Manhattan em 1950 – por um dos fotógrafos de maior prestígio da cidade de Nova York (agora apresentado na Biblioteca do Congresso). O fotógrafo era; Irving Underhill, que foi inflexível ao dizer que o que estava na foto era um objeto, e que não estava lá antes ou depois de ter iniciado às fotografias1950-01-12 OBJETOS RADAR Golfo do México MEXICO Às 23h25 EST, uma aeronave B-29 sobrevoava o Golfo em um curso de 260 graus quando três objetos foram observados no escopo do radar orbitando o B-29 de todos os quadrantes. Os objetos foram notados pelo Operador de Radar, Comandante da Aeronave, Navegador e Bombardier. Um objeto foi avistado pela primeira vez em um rumo de 330 graus viajando para o sul. Os objetos percorreram o escopo em aproximadamente 15 a 20 segundos na configuração de alcance de 100 milhas. Em poucos minutos a esse objeto juntaram-se outros dois, que desapareceram em poucos minutos. Em distâncias curtas, o objeto era grande e bem definido no escopo do radar. O objeto dispararia por cerca de 100 milhas, viraria e entraria como se fosse um ataque, passariao centro do escopo e emergir do outro lado. A velocidade estimada do objeto estava entre 2.500 a 3.000 mph. O único objeto permaneceu no escopo do radar por aproximadamente 30 minutos, seguindo o B-29 o tempo todo. O operador do radar trocou os alcances no escopo e pegou o objeto nas configurações de 20 e 50 milhas. Duas vezes o objeto chegou a 20 milhas da aeronave e aparentemente teve a capacidade de pairar, pois o movimento no escopo do radar cessaria por 5 a 15 segundos. Após alterar o curso o objeto não apareceu mais, mas o radar ficou bloqueado por aproximadamente 10 minutos. (Dan Wilson)